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Nos últimos anos, as stablecoins passaram a ocupar um espaço central nas discussões sobre o futuro do dinheiro. Esses ativos digitais, por sua natureza estável, vêm ganhando destaque não só entre investidores, mas também entre governos e instituições financeiras.

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Mais do que uma nova tendência, elas representam uma mudança concreta na forma como pessoas e empresas realizam transações e protegem seu capital.
O que são stablecoins e como funcionam?
As stablecoins são criptomoedas projetadas para manter um valor estável. Diferentemente do Bitcoin ou do Ethereum, que são altamente voláteis, ela é atrelada a um ativo de referência. Na maioria dos casos, esse ativo é o dólar americano, mas pode ser também o euro, ouro ou até uma cesta de moedas.
Como essas criptomoedas mantêm seu valor?
Elas conseguem essa estabilidade de valor por meio de diferentes mecanismos:
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Lastreamento em ativos reais: a empresa emissora mantém reservas equivalentes ao número de moedas emitidas (por exemplo, cada 1 USDT equivale a 1 dólar mantido em caixa).
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Algoritmos de estabilização: algumas stablecoins usam contratos inteligentes que ajustam automaticamente a oferta da moeda para manter o preço estável.
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Garantias em criptomoedas: outras são garantidas por criptoativos voláteis, mas com excesso de colateral.
Independentemente do modelo, a promessa é a mesma: oferecer um meio de pagamento digital sem a instabilidade típica das criptomoedas tradicionais.
Por que elas movimentam a economia?
As stablecoins estão se tornando cada vez mais relevantes na economia por vários motivos. Em primeiro lugar, elas facilitam transações internacionais com menos burocracia e taxas mais baixas do que o sistema bancário tradicional. Além disso, funcionam como uma espécie de “porto seguro” em tempos de crise ou instabilidade monetária.
Usos econômicos das stablecoins
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Remessas internacionais: Muitos brasileiros, por exemplo, usam stablecoins para enviar ou receber dinheiro do exterior sem passar pelos altos custos de bancos e casas de câmbio.
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Proteção contra inflação: Em países com moedas fracas, como Venezuela ou Argentina, as stablecoins permitem que os cidadãos protejam seu poder de compra.
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Liquidez em mercados emergentes: Empreendedores e startups utilizam stablecoins para fazer pagamentos e captar investimentos fora do sistema bancário tradicional.
Essas aplicações mostram que, mais do que um ativo especulativo, essa criptomoeda já funciona como ferramenta de inclusão e eficiência econômica.
Vale a pena investir em stablecoins?
Quando falamos de investimento, é importante entender que stablecoins não são voltadas para valorização, já que, por definição, elas mantêm um preço estável. No entanto, elas podem ser úteis dentro de uma estratégia de diversificação e proteção de capital.
Como investir com segurança
Investir em stablecoins é simples, mas exige atenção:
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Escolha plataformas confiáveis: Prefira corretoras reconhecidas e com boa liquidez, como Binance, Coinbase ou Mercado Bitcoin.
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Verifique a auditoria das reservas: Algumas stablecoins, como a USDC, divulgam auditorias regulares que comprovam o lastro em ativos reais.
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Use carteiras digitais seguras: Para maior controle, considere armazenar suas stablecoins em wallets fora das exchanges.
Além disso, é possível obter renda passiva ao aplicar stablecoins em plataformas de finanças descentralizadas (DeFi), que pagam juros pela liquidez fornecida. No entanto, esse tipo de aplicação envolve riscos maiores e requer estudo prévio.
Principais stablecoins disponíveis no mercado
Atualmente, as mais conhecidas são:
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USDT (Tether): a mais negociada do mundo, apesar de críticas sobre a transparência de suas reservas.
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USDC (USD Coin): mais transparente, com auditorias mensais.
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DAI: stablecoin descentralizada, garantida por outras criptomoedas.
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BUSD (Binance USD): criada pela Binance, atrelada ao dólar americano.
Cada uma apresenta vantagens e desvantagens, então a escolha depende dos objetivos e do perfil do investidor.
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