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Recentemente, milhares de clientes se viram expostos a golpes sofisticados após o fechamento da instituição. Afinal, como isso foi possível? Além disso, quais sinais devem acionar seu alerta ao lidar com contas encerradas ou instituições fora do ar? Nesse contexto, entender exatamente o que aconteceu com o Banco Master não é só uma questão de curiosidade — é um passo essencial para se proteger no futuro.

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O que aconteceu com o Banco Master?
O Banco Master teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em 2021, encerrando oficialmente suas atividades. Porém, mesmo anos depois, clientes continuam sendo alvos de golpes. Aliás, é justamente o hiato entre o fim das operações e a desmobilização total dos dados que cria brechas para fraudadores. Diante disso, golpistas passaram a usar informações vazadas ou mantidas em sistemas desatualizados para aplicar fraudes por WhatsApp, SMS e ligações falsas.
Como os golpistas estão agindo?
Os criminosos se passam por representantes do banco ou de órgãos reguladores, como o próprio Banco Central. Além disso, eles prometem ressarcimento de valores, devolução de taxas ou acesso a contas bloqueadas — tudo fictício. Por exemplo, uma mensagem pode dizer: “Seu dinheiro está disponível para saque. Clique aqui para liberar”. Porém, o link leva a um site falso que coleta dados pessoais e senhas.

Por que isso ainda acontece anos depois?
Infelizmente, muitos clientes não acompanham de perto o andamento de instituições que já saíram do mercado. Consequentemente, não sabem que seus dados podem ter sido comprometidos em processos mal finalizados. Ainda mais: há casos de terceirizadas ou ex-funcionários que mantêm acesso a bases de dados sem critérios rigorosos de segurança. Logo, a combinação de desinformação e negligência cria o cenário perfeito para fraudes.
Como se proteger após o encerramento de um banco
Se você teve conta no Banco Master — ou em qualquer outra instituição que encerrou as atividades —, é crucial agir com cautela. Primeiramente, jamais clique em links suspeitos ou forneça dados sensíveis por telefone, e-mail ou redes sociais. Por outro lado, confirme qualquer informação diretamente no site do Banco Central ou nos canais oficiais do sistema financeiro.
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Passos práticos para blindar suas finanças
Em primeiro lugar, verifique se há pendências ou saldos remanescentes junto ao Banco Central pelo site oficial. Além disso, registre um alerta de fraude no Serasa ou Boa Vista para monitorar consultas indevidas ao seu CPF. Aliás, ative a autenticação em duas etapas (2FA) em todos os apps bancários que ainda usa — mesmo que não seja o Banco Master.
Outra medida simples, mas poderosa, é configurar notificações de movimentação em tempo real nas contas ativas. Assim, qualquer transação suspeita será percebida imediatamente. Por isso, não subestime pequenos alertas: um débito de R$ 1,99 pode ser o teste de um golpista antes de uma retirada maior.
O que fazer se já caiu no golpe?
Se você compartilhou dados ou realizou algum pagamento, aja rápido. Primeiro, entre em contato com seu banco atual para bloquear cartões e contas. Em seguida, registre um boletim de ocorrência online — muitos estados já oferecem esse serviço 24h. Além disso, comunique o incidente à plataforma consumidor.gov.br e ao Procon. Por fim, acompanhe seu extrato e relatórios de crédito nos próximos 90 dias.

Prevenção é o melhor investimento
O caso do Banco Master mostra que o risco não termina quando uma instituição fecha as portas. Aliás, ele pode até aumentar se o cliente não estiver atento. Por isso, manter boas práticas de segurança digital é tão importante quanto escolher um bom investimento. Afinal, proteger seu patrimônio começa com informação clara, atitude proativa e calma diante de ofertas “milagrosas”.
Portanto, compartilhe esse conteúdo com quem ainda usa ou usou o Banco Master — essa informação pode evitar um prejuízo real. Ainda mais: fique de olho em nossas próximas atualizações sobre segurança financeira e direitos do consumidor.
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