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Você já imaginou receber um extra de até R$ 3 mil no seu repasse de final de ano — sem sorteio, sem jogo de marketing, mas como reconhecimento direto pelo seu trabalho? Pois é exatamente isso que o iFood está fazendo em dezembro de 2025. A empresa anunciou o pagamento do bônus iFood, chamado oficialmente de Prêmio de Final de Ano, para cerca de 10 milhões de entregadores parceiros em todo o país.
A iniciativa, que começa a ser liberada a partir de 8 de dezembro, não é um benefício aleatório: ele está vinculado ao desempenho dentro do programa Super, primeira edição do iFood voltada para engajar e recompensar entregadores com metas claras e conversíveis em dinheiro real. Aliás, o valor mínimo garantido é de R$ 900 — e pode chegar a R$ 3 mil, dependendo do número de selos conquistados. Tudo é repassado diretamente, sem burocracia, na conta do entregador.
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Como funciona o bônus iFood: regras claras, ganho real
O bônus iFood é resultado da participação ativa no programa Super, lançado ainda em 2025. Nele, os entregadores acumulam selos ao cumprir critérios como pontualidade nas entregas, avaliações positivas dos clientes, baixo índice de cancelamentos e uso contínuo do app. Cada selo representa um passo rumo à recompensa — e quanto mais selos, maior o valor.
Tabela de recompensas: do mínimo ao máximo
O iFood definiu faixas progressivas para o pagamento. Entregadores que atingirem o número mínimo exigido de selos recebem R$ 900. Já aqueles que ultrapassarem metas mais desafiadoras — como manter desempenho acima da média por semanas consecutivas — podem chegar aos R$ 3 mil. Além disso, a cada três selos acumulados, o entregador ganha R$ 50 em saldo na Loja do Entregador, plataforma com descontos em equipamentos, seguros, cursos e até alimentos.
Por exemplo: um entregador que conquistou 18 selos no período recebe não só o bônus principal (digamos, R$ 2.200), mas também R$ 300 em saldo — suficiente para trocar por um capacete novo, uma bateria extra ou um curso de segurança no trânsito. Ou seja, o programa vai além do dinheiro imediato: ele investe na carreira e na segurança de quem está na linha de frente.
Quem tem direito? Confira as cidades elegíveis ao bônus iFood
O programa Super — e, consequentemente, o bônus iFood — já está ativo em mais de 30 cidades brasileiras. A seleção considerou volume de entregas, infraestrutura logística e engajamento da base de entregadores. Até agora, participam:
Região Nordeste
- Salvador (BA)
Região Sudeste
- São Paulo e Grande São Paulo: São Paulo, ABC Paulista (Santo André, São Bernardo, São Caetano), Arujá, Barueri, Caieiras, Cajamar, Carapicuíba, Embu Guaçu, Franco da Rocha, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Suzano e Taboão da Serra
- Santos (SP)
- Rio de Janeiro (RJ)
- Belo Horizonte (MG)
A expansão para outras capitais e cidades médias está programada para o primeiro semestre de 2026 — e o iFood já adiantou que vai priorizar municípios com alta demanda de delivery e baixa saturação de entregadores. Portanto, mesmo que sua cidade ainda não esteja na lista, vale acompanhar as atualizações no app até o fim do ano.

Por que essa iniciativa faz diferença — e pode inspirar outras empresas
Em um setor historicamente marcado por incertezas e renda variável, o bônus iFood representa um avanço significativo em direção à valorização do trabalho autônomo. Diferente de bonificações esporádicas ou promoções de curto prazo, o programa Super traz transparência: metas definidas, regras públicas e recompensa previsível.
Um novo padrão para a economia de plataformas
Até recentemente, entregadores dependiam quase exclusivamente do volume de corridas para aumentar a renda — o que muitas vezes significava mais horas, mais riscos e menos descanso. Agora, com o Super, o foco muda: qualidade passa a valer tanto quanto quantidade. Por isso, muitos estão relatando aumento de até 25% na renda mensal — mesmo sem aumentar drasticamente a jornada.
Além disso, o uso da Loja do Entregador cria um ecossistema de apoio real: em vez de só pagar, o iFood ajuda a reduzir custos operacionais do próprio entregador. Isso fortalece não apenas o bolso, mas também a sustentabilidade da atividade a longo prazo.
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E agora? Como saber se você tem direito ao bônus iFood
Se você é entregador parceiro do iFood, o primeiro passo é abrir o app e acessar a seção Super, dentro do menu Benefícios. Lá, é possível ver em tempo real:
- Quantos selos já conquistou
- Quanto falta para atingir a próxima faixa de bônus
- O saldo disponível na Loja do Entregador
- A data prevista do repasse (a partir de 8 de dezembro)
Caso ainda não esteja participando, verifique se sua cidade está na lista de cobertura — e comece a acumular selos já para a próxima edição. Afinal, o iFood já antecipou que o programa será mantido em 2026, com possíveis melhorias com base no feedback dos entregadores.
Em resumo, o bônus iFood não é só um extra de fim de ano: é um sinal de que o reconhecimento pelo trabalho autônomo está evoluindo — com métricas justas, recompensas reais e respeito por quem faz a economia girar, pedalada após pedalada.

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