PUBLICIDADE
O julgamento Bolsonaro data é um dos assuntos mais buscados nas últimas semanas, afinal, o ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta um dos momentos mais decisivos de sua trajetória política. A partir desta terça-feira, 2 de setembro, começa o julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode resultar em mais de 40 anos de prisão por acusação de envolvimento em um plano de golpe de Estado.
Diante disso, muitos brasileiros querem saber não só a data do julgamento Bolsonaro, mas também como ele será conduzido, quem são os envolvidos e quais são as implicações para o futuro da política nacional. Além disso, o caso envolve figuras de alto escalão do antigo governo, o que aumenta o interesse do público e a cobertura da mídia.
PUBLICIDADE
Quando acontece o julgamento Bolsonaro?
O julgamento começa oficialmente no dia 2 de setembro, às 9h, e está previsto para se estender até o dia 12 do mesmo mês. O ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma do STF, definiu um cronograma com cinco dias de sessões. Em dois desses dias, os trabalhos ocorrem das 9h às 12h. Nos outros três, há duas sessões diárias: uma de manhã e outra à tarde, entre 14h e 19h.
Portanto, se você quer acompanhar ao vivo, fique atento ao horário. Aliás, o julgamento será transmitido publicamente, o que permite que qualquer cidadão acompanhe os desdobramentos em tempo real, seja pela TV ou por plataformas digitais oficiais do STF.
Bolsonaro vai comparecer ao julgamento?
Não. A defesa do ex-presidente confirmou que Bolsonaro não irá ao STF. Os advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno explicaram que as condições de saúde dele impedem o deslocamento, ainda mais considerando que ele está em prisão domiciliar.
Por outro lado, apesar do desejo pessoal de comparecer, a recomendação de médicos, familiares e parte da equipe jurídica foi para que ele assistisse ao julgamento de casa. Afinal, uma exposição física poderia agravar seu estado, especialmente diante do estresse envolvido.
Aliados divididos sobre a decisão
A escolha de não ir gerou divergências dentro do círculo próximo a Bolsonaro. Enquanto advogados e médicos priorizaram a saúde, aliados políticos defendiam que sua presença teria um peso simbólico importante — um recado de resistência e força diante das acusações.
Além disso, aliados relatam que o ex-presidente está sereno, mas enfrenta uma forte crise de soluço nos dias que antecedem o julgamento. Na segunda-feira, 1º de setembro, ele recebeu a senadora Damares Alves, que, junto com Michelle Bolsonaro, fez uma oração em apoio.
Como os outros réus vão acompanhar o julgamento?
Dos oito acusados considerados parte do “núcleo crucial” do plano golpista, a maioria optou por não comparecer fisicamente. A presença não é obrigatória, e muitos querem evitar a exposição midiática.
Quatro réus já confirmaram que assistirão de casa: o general Augusto Heleno, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o almirante Almir Garnier e o tenente-coronel Mauro Cid. Já o general Walter Braga Netto, preso desde dezembro de 2024, participará por videoconferência.
Quem será o único a ir ao STF?
O único réu que confirmou presença física é o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, ex-ministro da Defesa. Sua decisão, comunicada pelo advogado Andrew Fernandes, contrasta com a postura de outros integrantes do grupo.
Já o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-chefe da Abin, ainda não informou como acompanhará as sessões. Sua posição pode influenciar a percepção pública sobre o engajamento dos acusados no processo.
LEIA TAMBÉM:
Quais são as acusações no julgamento Bolsonaro?
Os oito réus são acusados de crimes graves, como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio público e deterioração de patrimônio tombado.
Consequentemente, o desfecho do julgamento pode marcar um antes e depois na história recente do Brasil. Além disso, o caso envolve ataques a instituições democráticas, o que reforça a importância do acompanhamento atento por parte da sociedade.
O que esperar do desfecho?
Nesse contexto, o julgamento Bolsonaro data não é apenas uma marca no calendário, mas um marco institucional. O resultado pode influenciar futuras condutas políticas e o respeito às normas constitucionais.
Por isso, mesmo que você não tenha acompanhado todos os detalhes até aqui, vale a pena prestar atenção nos próximos dias. Assim, você se mantém informado sobre um dos processos mais relevantes da década.
Em resumo, o julgamento começa em 2 de setembro e vai até 12, com sessões marcadas em horários específicos. Bolsonaro não vai comparecer por questões de saúde, mas o mundo estará de olho no STF. Se você quer entender o que está em jogo, agora é o momento de acompanhar com atenção.
Veja a linha do tempo dos acontecimentos:
PUBLICIDADE





Pingback: Julgamento Bolsonaro hoje: Moraes vota por condenação por golpe -