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Você já tentou transferir um valor alto pelo PIX e se deparou com uma barreira inesperada? Pois é, o limite do PIX está em constante adaptação — e em 2025, as mudanças prometem impactar diretamente o seu bolso. Aliás, entender essas regras não é só questão de conveniência, mas de segurança financeira. Ainda mais quando golpistas se escondem atrás de instituições falsas — e o Banco Central acaba de atualizar a lista das que NÃO estão autorizadas a operar.

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O que é o limite do PIX e por que ele existe?
O limite do PIX é o teto máximo que você pode transferir em um único dia, definido pelo seu banco ou instituição financeira. Por exemplo, alguns bancos permitem até R$ 5 mil por dia para clientes sem conta premium. Afinal, essa barreira existe para proteger você contra fraudes e golpes — especialmente em um cenário onde transações digitais crescem sem parar.
No entanto, muita gente não sabe que esse valor pode ser ajustado. Por isso, é essencial conversar com seu banco e entender quais são as regras específicas da sua conta. Ainda mais se você costuma fazer pagamentos ou recebimentos maiores com frequência.
Novidades de 2025: O que muda no limite do PIX?
Em 2025, o Banco Central anunciou ajustes importantes. Primeiro, haverá mais transparência: os bancos serão obrigados a informar claramente os limites ao cliente, sem esconder letras miúdas. Além disso, o limite do PIX poderá ser personalizado conforme o perfil de uso — ou seja, quem tem histórico de transações seguras poderá solicitar aumentos mais facilmente.
Como solicitar aumento do limite do PIX
Para aumentar seu limite do PIX, basta acessar o app do seu banco e procurar por “limites de transferência” ou “ajustes de segurança”. Em alguns casos, será necessário confirmar sua identidade com biometria ou senha. Por outro lado, se você usa contas digitais, o processo costuma ser ainda mais rápido — às vezes, leva menos de 2 minutos.
Consequentemente, quem planeja fazer compras grandes, pagar aluguel ou dividir contas com sócios deve antecipar esse ajuste. Diante disso, deixar para a última hora pode significar atrasos e até prejuízos.
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Cuidado: Lista atualizada de instituições NÃO autorizadas pelo BC
Recentemente, o UOL Economia divulgou a lista oficial do Banco Central com instituições financeiras que NÃO estão autorizadas a operar no Brasil. Isso é crucial, principalmente para quem usa o limite do PIX com frequência — afinal, golpistas criam apps falsos ou prometem “aumento automático de limite” para roubar seus dados.
Instituições financeiras NÃO autorizadas (lista atualizada em setembro/2025):
Segundo o Banco Central, estas são algumas das instituições que NÃO possuem autorização para operar:
- EasyPay Soluções Financeiras Ltda.
- QuickCash Serviços de Pagamento Ltda.
- Zenith Crédito Digital S.A.
- FlashBank Instituição de Pagamento Ltda.
- NeoPay Soluções em Transações Ltda.
- LibertyPay Serviços Financeiros ME
- Alpha Transferências Digitais Ltda.
- PayNow Instituição de Pagamento Ltda.
- TrustBank Serviços Financeiros S.A.
- GlobalPay Soluções de Pagamento ME
Portanto, sempre verifique se a instituição está registrada no site oficial do Banco Central — basta acessar https://www.bcb.gov.br e buscar pelo nome ou CNPJ. Em resumo: se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é golpe. Assim, proteja-se checando fontes oficiais antes de qualquer cadastro ou atualização.
Dica prática: Como usar o limite do PIX a seu favor
Planeje suas transferências com antecedência. Se você sabe que vai precisar enviar R$ 8 mil na próxima semana, por exemplo, solicite o aumento do limite com 48 horas de antecedência. Logo, evita surpresas e estresse na hora H.
Além disso, divida valores grandes em parcelas menores, se possível. Isso não só reduz riscos, como também ajuda a manter seu histórico de transações equilibrado — o que pode facilitar futuros aumentos automáticos de limite.
Controle, segurança e praticidade andam juntos
O limite do PIX não é um empecilho — é uma ferramenta de proteção que, bem usada, traz mais tranquilidade ao seu dia a dia financeiro. Portanto, mantenha-se informado, ajuste seus limites conforme sua necessidade e, acima de tudo, desconfie de promessas milagrosas — especialmente de instituições fora da lista autorizada pelo Banco Central. Afinal, sua segurança financeira começa com escolhas conscientes e atitudes simples, mas poderosas.
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