Como uma ex-cortadora de cana construiu a maior franquia de bolos do Brasil

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Você já imaginou transformar um talento simples — como fazer bolos — em uma das maiores franquias do país? Pois foi exatamente isso que Cleusa Maria da Silva fez. Partindo do zero, com pouco mais que coragem e vontade, ela construiu a Sodiê Doces, hoje líder nacional no segmento de confeitaria artesanal. Afinal, o que torna essa trajetória tão inspiradora para quem quer empreender com uma franquia?

Cleusa Maria da Silva franquia de sucesso

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O começo humilde de uma empreendedora de verdade

Cleusa começou a vida trabalhando como boia-fria, cortando cana no interior de São Paulo. As condições eram duras, o salário, escasso, e as perspectivas, quase nulas. No entanto, ela nunca perdeu de vista o sonho de mudar de vida. Por isso, quando surgiu a chance de aprender a fazer bolos, agarrou com unhas e dentes — mesmo sem saber que ali começava uma reviravolta.

Aliás, foi justamente a simplicidade das receitas caseiras, aliada à dedicação, que conquistou os primeiros clientes. Logo, os pedidos começaram a crescer, e Cleusa percebeu que tinha nas mãos algo maior do que uma simples atividade doméstica: tinha um negócio em potencial.

Da cozinha à expansão nacional: o salto com a franquia

Transformar um pequeno negócio em uma rede de franquias não é tarefa fácil. Além disso, Cleusa enfrentou desafios como falta de capital, escassez de apoio e preconceito por ser mulher e vir de origem humilde. Mesmo assim, persistiu. Estudou gestão, aprendeu sobre padronização de produtos e entendeu que, para crescer, precisaria profissionalizar a operação.

Consequentemente, nasceu a Sodiê Doces como franquia. Hoje, são centenas de unidades espalhadas por diversos estados brasileiros. Nesse contexto, o modelo de franquia não só ampliou o alcance da marca, mas também abriu portas para outras pessoas — especialmente mulheres — realizarem seus próprios sonhos de empreendedorismo.

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O segredo por trás do sucesso da franquia

Segundo Cleusa, o diferencial não está apenas na qualidade dos bolos, mas no propósito por trás de cada venda. “Não vendemos só bolo. Vendemos histórias, celebrações e momentos felizes”, afirma. Assim, a franquia se tornou mais do que uma opção de investimento: virou um símbolo de transformação social e financeira.

Portanto, quem pensa em abrir uma franquia pode aprender muito com essa história. Afinal, o sucesso não depende apenas de capital inicial, mas de propósito, resiliência e capacidade de evoluir com o tempo.

Franquia como caminho para a independência financeira

Para muitos brasileiros, ter um negócio próprio ainda parece distante. No entanto, o modelo de franquia oferece uma estrutura pronta, com marca consolidada, treinamento e suporte — tudo isso reduzindo riscos comuns ao empreendedorismo do zero. Ainda mais quando se escolhe um segmento com apelo emocional e constante, como o de confeitaria.

Diante disso, histórias como a de Cleusa mostram que é possível começar do zero e chegar longe. Você não precisa de muito dinheiro, nem de formação acadêmica. O que realmente importa é a vontade de mudar — e a coragem de dar o primeiro passo.

Sua vez de escrever uma nova história

Se Cleusa, ex-cortadora de cana, conseguiu construir a maior franquia de bolos do Brasil, por que você não pode começar o seu próprio negócio? Em resumo, o caminho do empreendedorismo com franquia está mais acessível do que parece. Comece pesquisando modelos com baixo investimento inicial, alinhados aos seus valores e ao seu dia a dia. Afinal, toda grande jornada começa com uma única decisão.

Cleusa explica segredo do sucesso

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2 comentários em “Como uma ex-cortadora de cana construiu a maior franquia de bolos do Brasil”

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