PUBLICIDADE
Com o Ibovespa acumulando uma alta de 15,4% no primeiro semestre, investidores mantêm o otimismo para os próximos meses. Para julho, diversas corretoras reforçaram a confiança em ações de dividendos para investir, priorizando empresas com histórico sólido, forte geração de caixa e resiliência diante de cenários desafiadores.
Além disso, segundo a XP Investimentos, o Brasil segue como destaque na América Latina e oferece boas oportunidades de entrada, especialmente em momentos de correção. Com isso, montar uma carteira voltada a dividendos pode ser uma estratégia eficiente para equilibrar risco e retorno.
PUBLICIDADE
Por que investir em ações de dividendos agora?
Enquanto o cenário macroeconômico global apresenta incertezas, o mercado brasileiro tem se mostrado atraente. Empresas que pagam bons dividendos oferecem não apenas rendimento recorrente, mas também mais estabilidade em momentos de oscilação do mercado. Por isso, analistas continuam recomendando ações com dividend yield elevado e fundamentos sólidos.
As 7 ações de dividendos para investir em julho
A lista abaixo reúne as ações mais recomendadas pelas principais corretoras do país, como BTG, XP, Santander, Genial e Itaú BBA. O ranking leva em conta a quantidade de indicações e o dividend yield acumulado nos últimos 12 meses até 30 de junho.
Petrobras (PETR4) — 6 recomendações | DY: 14,66%
A Petrobras segue como a ação de dividendos mais indicada para julho. Segundo o Santander, o papel deve oferecer um dividend yield médio de 10% nos anos de 2025 e 2026, mesmo considerando apenas os dividendos ordinários. Embora o banco mantenha cautela no curto prazo, a visão para o longo prazo é positiva, principalmente pela qualidade dos ativos no pré-sal.
Itaú (ITUB4) — 5 recomendações | DY: 8,50%
Apesar da valorização acima de 32% no primeiro semestre, o Itaú ainda aparece entre as melhores ações de dividendos para investir em julho. O BTG Pactual destaca o sólido desempenho no primeiro trimestre e a geração robusta de capital, o que reforça a atratividade da ação mesmo em um cenário de ganhos já realizados.
Copel (CPLE6) — 4 recomendações | DY: 8,77%
Privatizada recentemente, a Copel ainda tem potencial de valorização, segundo analistas do Santander. A companhia se destaca pela estabilidade nos segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, combinando baixo risco operacional com bom retorno em dividendos.
Banco do Brasil (BBAS3) — 3 recomendações | DY: 8,91%
A Terra Investimentos vê no Banco do Brasil uma opção sólida, impulsionada pelo avanço do crédito rural, controle de inadimplência e foco em eficiência. Para os próximos 12 meses, a casa projeta um dividend yield de 10,99%, reforçando o papel como alternativa segura e rentável.
Caixa Seguridade (CXSE3) — 3 recomendações | DY: 8,01%
O BTG destaca que a previsibilidade dos resultados torna a Caixa Seguridade um papel diferenciado. O foco no seguro habitacional e no setor de pensões garante receitas mais estáveis e duradouras, além de boa liquidez após o recente follow-on. A projeção de dividend yield é de 9% para este ano.
Vivo (VIVT3) — 3 recomendações | DY: 4,84%
Mesmo com o setor de telecomunicações sob pressão, a Vivo mantém sua liderança no mercado pós-pago. A XP aumentou o peso da ação em sua carteira de dividendos, indicando confiança na capacidade da empresa em sustentar receitas e garantir boa remuneração aos acionistas.
Cemig (CMIG4) — 3 recomendações | DY: 20,74%
A ação da Cemig sofreu forte correção após resultados abaixo do esperado, mas o BTG acredita que o mercado exagerou na reação. Para os analistas, a companhia oferece ótima relação risco-retorno, com operações eficientes em todas as áreas: geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia.
Como aproveitar essas recomendações?
Para montar uma carteira realmente eficiente com ações de dividendos para investir em julho, o ideal é, antes de tudo, diversificar entre diferentes setores — como energia, finanças e seguros. Além disso, é fundamental acompanhar com regularidade os relatórios mensais divulgados pelas principais corretoras. Dessa forma, o investidor consegue tomar decisões mais embasadas e ajustar sua estratégia conforme o cenário econômico. Ao se expor a papéis resilientes, com histórico consistente de distribuição de lucros, é possível construir uma fonte de renda passiva sólida e duradoura, especialmente em momentos de maior incerteza no mercado.
PUBLICIDADE





Pingback: Bovespa oscila e surpreende com altas de Engie e Embraer; BRF lidera quedas do dia -
Pingback: Debêntures no Brasil: O Investimento Que Muitos Ignoram, Mas Que Já Enriqueceu Brasileiros -
Pingback: BTG reduz projeções e acende alerta para ações do Banco do Brasil (BBAS3): o que isso significa para os investidores? -